Cultura do Desperdício e da Opulência

Cultura do Desperdício e da Opulência

Moral Religiosa - Brasil Colônia

Desde o início da colonização, a exploração intensiva assumiu no Brasil a personificação da cultura do desperdício e da opulência.

Foi no período colonial que se desenhou o cenário que ainda constitui a estrutura sistêmica do nosso país. Pode-se dizer que a descoberta e a exploração do Novo Mundo e, como não haveria deixar de ser, a do Brasil, em particular, exerceu nas relações comerciais dos países da Europa uma função super ativa no processo de acumulação de riqueza, até assegurar as condições propícias para a realização da Revolução Industrial no final do século XVIII.

A exploração da terra, com o cultivo da grande agricultura, se tornou, já na primeira metade do século XVI, o principal fator do domínio português. Os interesses religiosos se aglutinaram aos interesses militares, que, por sua vez, se apoiaram nas ideias mercantilistas de acumulação de riqueza.

O Brasil nasce à sombra dessa estrutura e, conseqüentemente, sob a influência desses fatores que determinaram a marca da colonização do seu território. É importante ressaltar que a ordem econômica que se queria implantar com a colonização brasileira é decorrente da moral religiosa.

A ética que serve de base a esta sociedade inspira-se numa conduta na qual a economia passa a ter um sentido absoluto de manutenção da ordem, sobretudo, das condições que definiam o sistema agrário-escravista, tão violentamente inserido no contexto moral e religioso da colonização.

Link 1 – Revolução Industrial
Link 2 - A Acumulação do Capital Europeu
Link 3 – A Passividade da Sociedade brasileira

 
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